Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens

De 1º a 30 de agosto - mês do Ramadã

0 comentários

Tempo de orar no mundo muçulmano Tempo de orar no mundo cristão

O significado para os muçulmanos

Para os muçulmanos, o Ramadã é um mês de bênção que inclui oração, jejum e caridade. É neste período que eles têm de demonstrar maior zelo religioso e cuidado com os pobres e marginalizados da sociedade. Se alguém comer, beber ou tiver relações sexuais durante este período, deverá alimentar 60 pobres ou jejuar por 60 dias.
Em muitas mesquitas, durante o Ramadã, os versos do Alcorão são recitados todas as noites em orações conhecidas como Tarawih. No final do Ramadã, a escritura completa deve ter sido recitada.
O Ramadã tem para os muçulmanos um significado espiritual; eles acreditam que através da oração e jejum podem se aproximar de Alá, renovar a fé, reforçar os valores da família, e ter uma maior compreensão de seu papel civil e religioso na comunidade, tanto individual quanto coletivamente. Além disso, é o período no qual os muçulmanos leem mais assiduamente o Alcorão e aumentam sua participação em reuniões nas mesquitas. Mas é também um período de muita festividade e confraternizações entre os muçulmanos — em alguns lugares os dias do eid ul-fitr (quebra do jejum) são considerados feriados.


O ramadã e os cristãos

O jejum do Ramadã traz muitas implicações e desafios para aqueles que vivem em um país muçulmano e não pertencem à religião islâmica, especialmente para os cristãos. Durante esse período de jejum (que este ano é de 1º a 30 de agosto) são registrados inúmeros casos de intolerância religiosa contra aqueles que professam qualquer outra fé e que não estejam se abstendo de alimentos.
Esta época também é uma oportunidade de muitos cristãos testemunharem do amor de Deus e da salvação em Cristo, já que muitos deles acabam sendo convidados para as festas e confraternizações ao final do jejum.
Por isso, a Portas Abertas convoca todos os cristãos brasileiros a orarem e intercederem por seus irmãos em Cristo que vivem no que chamamos de “mundo muçulmano”.
Ritual obrigatório
O jejum (ramadã) é obrigatório em muitos países de maioria muçulmana ou islâmicos; por isso, ninguém pode declarar em público que não está jejuando durante este mês sagrado. Sendo o jejum um dos pilares do islamismo, os sábios muçulmanos consideram um dos pecados mais graves deixar de jejuar, mesmo que seja apenas por um dia do ramadã. Os rigores do ramadã geram em muitos fiéis frustração e zelo islâmico exacerbado. Em comunidades e cidades sob forte tensão religiosa, o último dia do ramadã gera, muitas vezes, extrema violência.
No pré-islamismo, o Ramadã foi oficialmente um mês de paz, quando as caravanas poderiam viajar desarmadas. Com os muçulmanos em declínio, Maomé decidiu agir atacando uma caravana desarmada durante o ramadã. Quando os árabes protestaram, dizendo que a guerra no mês sagrado era uma “grande transgressão”, Maomé teve uma “revelação” e declarou ser pecado qualquer coisa que pudesse abalar a fé de um muçulmano. Aquele foi o pior derramamento de sangue registrado na região até então (Sura 2:216 – 217). Atualmente, os fundamentalistas islâmicos do Egito, Paquistão, Indonésia, Argélia, entre outros, rotineiramente rivalizam com Maomé e praticam a sua jihad (guerra santa) durante o ramadã.
Muitos ataques a igrejas e cidadãos cristãos costumam acontecer nos últimos dias do Ramadã.
Na noite do 26º para o 27º dia do Ramadã, celebra-se o laylat al-kadr (noite do decreto), pois acredita-se que foi nessa noite que Alá começou a falar com Maomé. Alguns oram durante toda a noite e fazem seus pedidos mais especiais. No fim do jejum ocorre o eid ul-fitr, um banquete seguido de três dias de comemoração. É proibido jejuar nesse período. Muitos muçulmanos vestem suas melhores roupas e decoram suas casas com luzes e outros enfeites. Dívidas antigas são perdoadas e dinheiro é dado aos pobres. Alimentos especiais são preparados e amigos ou parentes são convidados a partilhar a festa. Presentes e cartões são trocados e as crianças recebem presentes, algo semelhante ao Natal comemorado nos países do Ocidente.
Hadith: “Todo aquele que quebrar o jejum, mesmo por um dia, durante o Ramadã sem uma boa razão, nem mesmo toda a eternidade pode compensar”.
 Penalidades, multas e prisões
Em muitos países do mundo muçulmano não praticar o jejum ou comer na frente de alguém que está jejuando é uma falta grave. Na Arábia Saudita, por exemplo, quem ousar admitir que não está jejuando é punido.
No Marrocos o código penal prevê pena de até seis meses de prisão a quem não praticar o jejum. A Constituição marroquina ressalta que o islamismo é a religião oficial, mas diz também que o Estado protege a liberdade religiosa, enquanto o código penal criminaliza a quebra do jejum em público. Dessa forma, os indivíduos são obrigados a praticar o Ramadã de duas formas: pela lei e pela religião.
Na Argélia, por exemplo, em outubro de 2008, seis pessoas foram condenadas a quatro anos de cadeia e receberam pesadas multas. No Kuwait, uma lei de 1968 estipula multa e/ou encarceramento para aqueles que forem flagrados comendo, bebendo ou mesmo fumando durante o período sagrado do Ramadã. Nos Emirados Árabes Unidos, comer ou beber durante o dia é considerado uma ofensa menor e punida com serviços comunitários. Nos Emirados, as leis trabalhistas estabelecem que durante o Ramadã os empregados devem trabalhar apenas seis horas por dia, sejam eles muçulmanos ou não.
Tempo de orar no mundo muçulmano Tempo de orar no mundo cristão



fonte: @PortasAbertas

Ramadã cristão? Atitudes que fazem a diferença

Sempre que pensamos em ramadã, fazemos imediatamente associação com jejum e oração, porém isso não é tudo o que ele é. Além disso, este período de dedicação a Alá é também um momento em que a caridade é incentivada, as atitudes são fortes exemplos e podemos aprender com isto. 
Em sua carta, Tiago adverte os cristãos sobre a fé sem obras (Tiago 2.1) e exorta a Igreja a ter atitudes que demonstrem a sua fé, para que não fique somente nas palavras, mas seja reforçada com atitudes. 
“A fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta” (Tiago 2.17), portanto não podemos separar as duas coisas. As atitudes dos cristãos não estão baseadas somente em caridade, como ajudar as viúvas, os órfãos e os pobres, mas também em amar e não julgar o próximo, perdoar, não cobiçar ou caluniar, viver longe da impureza, da imoralidade sexual e libertinagem (Efésios 5.3-7).
Jesus alerta seus seguidores, no sermão do monte, a “não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para serem vistos por eles”, ou “não terão nenhuma recompensa do Pai celestial”, mas receberão aqui mesmo a sua porção (Mateus 6.1-4). Não podemos buscar a aprovação dos homens quando fazemos uma “obra”, que é parte importante da vida cristã, cabendo ao Senhor nos recompensar, pois é Ele quem conhece nosso coração e sabe a nossa real intenção. 
A oração é nosso relacionamento com o Pai, e a leitura da Bíblia nos faz conhecê-lo mais e à Sua vontade. Por meio da Palavra temos a direção para uma vida cristã santa e agradável (Salmo 119.105), pois ela é “inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Timóteo 3.16). 
Reflita sobre as suas próprias atitudes e apresente sua vida diante do Pai. Use este tempo de ramadã não só para orar pelos nossos irmãos que estão em países muçulmanos, mas para declarar, como o salmista: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno” (Salmo 139.23-24).

Membros de igreja doméstica são detidos

0 comentários

Testemunho de cristãos que foram presos

0 comentários

Cristãos paquistaneses temem por novo filme a ser exibido no país

0 comentários
Cristãos paquistaneses temem por novo filme a ser exibido no país
   
 
 
PAQUISTÃO (11º) - Cristãos paquistaneses estão temerosos com o lançamento de um filme que será exibido em breve no Paquistão. Intitulado “Mais um santo guerreiro”, o filme tem amedrontado os cristãos do país, pois entendem que o conteúdo dele poderá aumentar ainda mais o fanatismo entre os muçulmanos.

Feito por um paquistanês, o filme traz a mensagem principal de que “a punição para quem comete a blasfêmia é a morte”. O filme já está sendo divulgado e muitos cristãos estão receosos, dizendo que apenas com os anúncios sobre ele o fanatismo já está se espalhando pelas ruas. Além da publicidade, algumas organizações muçulmanas estão estendendo bandeiras do Islã, como tentativas de instigar ao radicalismo.

Um líder cristão, que pediu para não ser identificado, disse: “Nós pedimos ao diretor desse filme e também ao governo que parassem de divulgá-lo, porque acreditamos que ele instiga o cidadão comum a matar os outros em nome do Islã.”

Issam Ahmed, um correspondente do The Christian Science Monitor, escreveu recentemente sobre o filme, dizendo que a mensagem inicial é: “um homem, uma arma e vingança por blasfêmia”.  E ele diz ainda: “para os paquistaneses, as cenas do filme relembram quando o governador liberal Salman Taseer foi morto pelo seu segurança pessoal, no mês passado, porque defendia a abolição da Lei da Blasfêmia, que tem sido muito usada para perseguir as minorias religiosas.”


Fonte: Portas abertas

Religião está em extinção em nove países. Um deles é a terra natal do Hillsong

0 comentários
A religião pode acabar em nove países ricos. A conclusão é de um estudo que analisou dados dos censos recolhidos desde o século XIX nesses países. Através de um modelo de progressão matemática, os investigadores – que divulgaram os resultados num encontro da American Physical Society, em Dallas, EUA – concluíram que dentro de uns anos o número de pessoas ligadas a uma religião vai ser reduzidíssimo em lugares como a Austrália (terra natal da mega igreja evangélica Hillsong), Áustria, Canadá, República Checa, Finlândia, Irlanda, Holanda, Suíça e Nova Zelândia.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
O estudo constatou existir já “em muitas democracias seculares uma crescente tendência de pessoas que assumem não ter uma religião”, afirmou Richard Wiener, do departamento de física da Universidade do Arizona. Se 40% dos holandeses dizem não acreditar ou seguir qualquer religião, o número de descrentes religiosos sobe para os 60% na República Checa. E em 2050, o estudo prevê que na Holanda, por exemplo, 70% dos holandeses já não vão seguir qualquer religião. “É um resultado bastante sugestivo”, afirmou Richard Wiener à BBC.

O modelo seguido pelos investigadores teve em conta que os grupos sociais têm mais seguidores quanto maior a sua utilidade ou o status que projectam. “No caso das línguas, por exemplo, há muito mais utilidade e traz mais status saber falar castelhano do que o quechua do Perú. Da mesma forma, existe algum tipo de estatuto ou de utilidade em seguir uma religião ou não seguir nenhuma”, explica o investigador.

Fonte: I Online

Cristão paquistanês entrega a vida e morre na prisão

0 comentários
Prisão Borstal


PAQUISTÃO (11º) - A nação que teve atenção internacional voltada a si pelas controversas e polêmica Lei de blasfêmia, ceifou a vida de mais um cristão.


Na última terça-feira Qamar David, que cumpria a sentença de prisão perpétua por "blasfêmia" em Karachi, no Paquistão, morreu. A polícia alegou a agência International Christian Concern (ICC) que causa da morte foi um ataque cardíaco, mas muitos cristãos acusados de blasfêmia foram mortos por fundamentalistas muçulmanos no Paquistão.

Acusação & PrisãoEm 25 de fevereiro de 2010, David foi condenado à prisão perpétua e a uma multa de 101 mil rúpias paquistanesas (cerca de US$ 1.187) por alegadamente fazer declarações blasfemas sobre o Alcorão e o profeta Maomé.


No passado, cristãos acusados de blasfêmia foram mortos dentro da prisão ou até mesmo no tribunal. Em 20 de setembro de 2009, Falish Masih foi encontrado morto dentro de sua cela na prisão depois que ser acusado de blasfêmia. Mesmo com ferimentos graves no rosto, braços e no resto do seu corpo e indícios claros de assassinato, a polícia do Paquistão afirmou que Falish cometeu suicídio.


Em 19 de julho do ano passado, extremistas islâmicos balearam e mataram Rashid Emmanuel e Sajjid Emmanuel, dois irmãos acusados de blasfêmia, no palácio da justiça de Faisalabad.
Petição & MorteEm uma petição de março de 2010, a agência ICC intercedeu junto às autoridades paquistanesas pela liberdade de Qamar David. O governo ignorou o apelo à sua liberdade.


 "Estamos profundamente entristecidos com a notícia da morte de David. Ainda trabalhamos para encontrar a causa de sua morte. Como já disse no passado, as Leis de blasfêmia do Paquistão estão sendo usados pelos muçulmanos a perseguir os cristãos. Essa Lei tem de ser abolida e todos os cristãos que estão presos por supostamente blasfemarem, devem ser liberados", afirma Jonathan Racho, diretor regional da ICC África.


Tradução: Carla Priscilla Silva

Fonte: International Christian Concern

Pesquisa revela: 75% de toda a perseguição religiosa no mundo é contra cristãos

0 comentários
Pesquisa revela: 75% de toda a perseguição religiosa no mundo é contra cristãosExaminando 33 países, a filial britânica da organização Ajuda à Igreja que Sofre relatou que a maioria das perseguições que estava ocorrendo no Oriente Médio, África e Ásia em sua “Perseguidos e esquecidos? Um relatório sobre os Cristãos oprimidos por sua fé” de 2011.
Além dos suspeitos de costume – China, Irã, Coréia do Norte e Arábia Saudita – o relatório revelou também que países como a Venezuela, o Zimbabwe e até a Terra Santa são culpados de perseguição religiosa. O relatório também descobriu que os Cristãos enfrentam perseguições aumentaram em 22 países entre os analisados, com o Egito, Iraque, Líbano, Nigéria e Paquistão estando entre os piores países para os crentes viverem. O relatório também diz que agora 100 milhões de Cristãos em todo o mundo estão enfrentando perseguição.
“A proporção de países com uma piora histórica de violência anti-cristã e intimidação seria maior se não fosse pelo fato de que em muitos casos, a situação dificilmente poderia ter sido pior, em primeiro lugar,” afirma o relatório.
Além da perseguição de extremistas islâmicos, o relatório também destacou que os Cristãos são perseguidos pelo aumento do nacionalismo em países como Birmânia, Índia e Sri Lanka. Há também a crescente ameaça do extremismo islâmico no Norte da África e partes da Ásia. Enquanto isso, alguns países comunistas e ateus estão suprimindo os direitos religiosos das minorias.
“Extremistas associam cada vez mais Cristãos locais com seus países do Ocidente,” explicou John Pontifex, porta-voz da Ajuda à Igreja que Sofre, a respeito. “Como eles são na maioria dos casos incapazes de atacar países ocidentais diretamente, muitos extremistas transformar seu fogo contra os Cristãos locais.”
Esta semana, Ann Widdecombe, um político britânico conhecido, foi nomeado como enviado especial sobre liberdade religiosa para a caridade do auxílio à Igreja que Sofre.
Widdecombe, católico, disse na quinta-feira que está “cada vez mais alarmado” com os relatos de violência e intimidação contra os Cristãos. Ela também destacou a incoerência do esforço do governo britânico para proteger os direitos das minorias religiosas no mercado interno e sua tendência de fechar os olhos à perseguição dos Cristãos no exterior.
“É hora de colocar a cabeça acima do parapeito e falar em nome dos Cristãos que sofrem por sua fé,” disse ela. “Estou muito satisfeita em apoiar o trabalho da Ajuda à Igreja que Sofre, que está fazendo um excelente trabalho para ajudar os Cristãos perseguidos.”
O cardeal Reino Unido, Keith O’Brien, de Edimburgo recentemente descreveu a perseguição aos Cristãos como “talvez o maior escândalo de direitos humanos da nossa geração.”

Missões Evangélicas - Perseguição e Morte aos Cristãos

0 comentários

Ore pelos irmãos da China!!!

0 comentários
Você acha que tem problemas? Pare de reclamar e ORE MAIS!


As fotos mostram cristãos chineses a ser interrogados e torturados.
O fotógrafo, um “membro do partido”, garantiu aos policias que as fotos seriam enviadas aos seus superiores como prova do seu “trabalho consciente e dedicado”, com a possibilidade de uma “promoção”.
Observe que a maior parte destes crentes está usa roupas de passeio.

Eles foram torturados por estarem reunidos num culto fora da igreja estatal do MPTA.


O fo
tógrafo está escondido e deverá permanecer assim por vários anos.Era uma noite de Maio de 2001.

A irmã Ma e família dormiam tranqüilamente, quando a polícia da Segurança Pública invadiu a sua casa levando-a presa, juntamente com o filho e a nora. O neto de cinco anos ficou sozinho, sem ninguém para cuidar dele.

Uma vizinha, amiga e irmã em Cristo, de 27 anos, chamada Yu Zhongju, que foi ver o que se passava na casa, também foi presa.




Conheça a Coréia do Norte

0 comentários
Conheça a Coréia do Norte: O maior país perseguidor de Cristãos tem até campos de concentração
Seria necessário criar uma nova linguagem para traduzir em palavras as crueldades do regime norte-coreano. Em nenhum outro país a perseguição aos cristãos é tão severa. Dezenas de milhares de pessoas vivem e (no final das contas) morrem em campos de concentração. Mesmo a posse de uma Bíblia é motivo suficiente para ser morto ou preso junto com sua família para o resto de sua vida. Por que cerca de 400.000 cristãos são caçados como animais?
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Imagine um país onde o Estado decide onde você mora, que profissão escolher, qual esporte você pratica, o alimento que você come e se você come. Imagine um país sem nenhuma cor na roupa das pessoas e nas edificações, exceto para as imagens de propaganda que decoram apartamentos de concreto, casas e monumentos. Imagine um país onde o Grande Líder foi morto há 16 anos, mas ainda é presidente e seus seguidores famintos devem adorá-lo como um deus. Esta é a realidade sombria da Coreia do Norte.
Este país comunista ocupa o primeiro lugar na Classificação de países por perseguição 2011 da Portas Abertas. Ele é o primeiro há nove anos. Por décadas, ninguém sabia exatamente como a Igreja estava depois da Guerra da Coreia. Nos anos noventa, a Portas Abertas encontrou uma maneira de manter contato com os cristãos clandestinos e descobriu que a Igreja estava muito viva. Mas também estava ferida, sangrando. Cooperadores da Portas Abertas esclareceram os planos extraordinários que o Estado fazia para caçar, capturar e até matar os cristãos.
Na Classificação, a Coreia do Norte teve quase a pontuação máxima do relatório de pesquisa (90,5 de 100 pontos possíveis). A única razão pela qual a Coreia do Norte não obtém a pontuação máxima é por causa de sua constituição. Oficialmente há liberdade religiosa na Coreia do Norte. Na prática, os civis não têm quaisquer direitos. A atitude do Estado em relação aos cristãos é extremamente hostil: eles não deveriam sequer existir. Não há liberdade para construir igrejas ou casas de culto. A posse de material cristão é ilegal e punível com a morte.

Abominável campo de trabalho

Em maio de 2010, um grupo de 23 cristãos foi descoberto. A polícia encontrou Bíblias e outros impressos cristãos. Três pessoas foram publicamente executadas, e as outras desapareceram dentro do terrível campo de Yodok.
Este vasto campo de trabalho está na província do sul de Hamkyung, e sua localização nas montanhas torna a fuga quase impossível. Nos lugares onde um prisioneiro poderia ter uma chance de escapar, altas cercas com arame farpado foram erguidas. Algumas seções são eletrificadas. Além disso, existem campos minados e outras armadilhas mortais.
A cada dois quilômetros há uma torre de vigia de sete metros de altura. Qualquer tentativa de fuga é frustrada. “Os presos são tratados pior do que gado. Eu vi pessoas morrendo de fome e de doença. Eu vi as execuções. Os que estão vivos parecem fantasmas ambulantes. Tivemos nossas identidades tiradas. Todo o sistema me fez entrar em desespero”, diz um ex-prisioneiro.
Centenas de cristãos foram presos em 2010 e vários foram interpostos à morte. A Portas Abertas não pode revelar quaisquer detalhes sobre estes casos, porque isso aumentaria os riscos dos cristãos presos que ainda estão vivos. Estima-se que entre 50.000 e 70.000 cristãos sofrem nos campos. Lá é o único lugar onde eles têm algum valor para a “República Popular Democrática da Coreia”.

Exposição dos cristãos

A Coreia do Norte faz tudo que está ao seu alcance para expor os cristãos. As crianças são um instrumento importante para descobrir a atividade cristã secreta. Seus professores os instruem na escola a investigar se os pais leem um livro preto. A Portas Abertas conversou com as crianças, que disseram ao professor que seus pais e mães de fato liam um livro assim. Eles foram elogiados por sua contribuição à pátria. Orgulhosas, as crianças voltaram para casa, apenas para encontrá-la vazia. Seus pais tinham sido levados, e elas foram condenadas a uma vida amarga e difícil nas ruas.
Outra forma de expor o “negócio criminoso” é através das sessões semanais de críticas, em que as crianças e os adultos têm de participar. Os norte-coreanos devem relatar o próprio mau comportamento e o de outras pessoas. “Nós todos nos sentimos muito mal e culpados por ter de dizer essas coisas uns dos outros”, diz o refugiado Park Joo-Chan. “Mas não tínhamos escolha. E isso ainda causou uma ruptura em nossa amizade. Alguns relacionamentos foram quebrados para sempre. Mesmo com o sistema tão destrutivo, não tínhamos dúvida da sua utilidade. Esta foi a nossa forma de vida.”
Além disso, existem as buscas aleatórias nos lares para detectar se as pessoas estão ouvindo as rádios corretas, se os retratos dos líderes são mantidos limpos e se há alguma literatura proibida na casa ou apartamento. Provavelmente em nenhum outro lugar do mundo tantas Bíblias são escondidas no subsolo. A Palavra de Deus coberta de sujeira. Ela faz os cristãos se sentirem culpados, mas que escolha eles têm?

Escolhidos

É verdade que toda a população da Coreia do Norte está sofrendo, mas os cristãos são, definitivamente, escolhidos. “Como muitas outras pessoas da Coreia do Norte, eu fugi para a China. Lá eu fui preso e enviado de volta de trem,” diz o refugiado Han-me. “Alguns outros desertores haviam sido presos antes e o que eles me disseram: ‘Quando você é interrogado, há duas perguntas que nunca deve responder com ‘sim’. A primeira é: você já esteve em contato com os cristãos? A segunda é: você já leu a Bíblia?’ se tornou verdade.
Os investigadores na prisão me amarraram a uma cadeira e me agrediram com correntes e um bastão de madeira embrulhado em um jornal. Eles me pressionaram para confessar se tinha contato com os cristãos. Eu lhes disse que não tinha encontrado nenhum cristão enquanto estava na China. Era mentira, mas eu queria sobreviver. Era o máximo que eu podia pensar. Até então eu não acreditava em Deus, mas orava para ser resgatado. Minha oração foi ouvida.”

Alvo

Mas por que os cristãos são os alvos? Existem várias razões. Um ex-funcionário do atual líder Kim Jong-Il afirmou que o “Querido Líder” assistiu na televisão como seu amigo Nicolae Ceausescu foi executado. Segundo o funcionário, Kim Jong-Il culpou os cristãos pela queda do presidente romeno e o colapso do bloco leste.
No entanto, para compreender plenamente a perseguição aos cristãos precisa-se entender a mentalidade norte-coreana. O “paraíso” foi instalado com Kim Il-Sung como o líder do povo coreano. Ele libertou seu país da ocupação japonesa e o transformou no primeiro “verdadeiro paraíso na terra”. Após a Guerra da Coreia na década de cinquenta, Deus foi declarado morto. Seus seguidores foram mortos, enviados para campos de trabalho ou expulsos para regiões remotas e hostis. Muitos foram para a clandestinidade. O status de Kim Il-Sung foi aumentado até o de um deus. Sob a direção do Grande Líder, o Estado tomou o controle sobre cada aspecto da vida na sociedade.
Mas o campo mais difícil a ser vencido está na mente. Muitos norte-coreanos amam Kim ll-Sung. Eles, literalmente, o adoram. Os cristãos são diferentes. Podem exercer suas funções locais, mas adoram a Jesus Cristo. Sua mente não é preenchida com a ideologia de autossuficiência da Coreia do Norte. Eles cuidam dos doentes, dos órfãos e famintos quando ninguém mais o faz. Esses atos criminosos de “amar ao próximo” – de “não se encaixar [nos padrões norte-coreanos]“- os tornam inimigos políticos.
Os cristãos também são um alvo porque o cristianismo é a religião dos inimigos da Coreia do Norte: os Estados Unidos e a Coreia do Sul. As redes cristãs são vistas como tentativas de minar o Estado.

Portas Abertas

Por isso o trabalho com a Igreja Perseguida na Coreia do Norte é tão arriscado. A distribuição de Bíblias, os treinamentos, o trabalho para os refugiados na China e até mesmo a ajuda com entrega de alimentos são realizadas em profundo segredo. “Seu amor e contínuo apoio nos ajudam a sobreviver”, diz um líder da Igreja clandestina à Portas Abertas. O Senhor está fazendo um trabalho maravilhoso na Coreia do Norte. Os cristãos compartilham o pouco de comida que têm com os vizinhos. Eles cuidam dos doentes e dos órfãos. Com oração podemos ser parte da criação do Reino do céu na Coreia do Norte.
Um dia Pyongyang será novamente a “Jerusalém do Oriente”. É o sonho e a esperança de todos os cristãos da Coreia do Norte. A Portas Abertas e seus contatos já estão se preparando para uma possível reviravolta no país. Haverá treinamentos e investimento em futuros líderes da Igreja. Ninguém sabe quando a Coreia do Norte vai se abrir e sair da Classificação dos países por perseguição. Mas imagine um país onde os ídolos são substituídos por edifícios de igreja. Imagine uma Igreja que sobreviveu a décadas de perseguição. Imagine centenas de milhares de cristãos que vão testemunhar abertamente sobre o amor de Jesus ante as trevas . Imagine a alegria no céu.
Três coisas que todo cristão deve saber sobre a Coreia do Norte
• Os cristãos são severamente perseguidos. Mesmo a posse de uma Bíblia é motivo suficiente para mandar toda a família para um campo político.
• Com oração você pode ser parte da obra de Deus na Coreia do Norte.

Vida cristã na Coreia do Norte

• Os cristãos só podem adorar a Deus em conjunto quando toda a família é cristã.
• Reunião em grupos é praticamente impossível de outra forma. Muitos cristãos tentam se encontrar um a um em lugares públicos. Se for seguro, eles compartilham um versículo da Bíblia ou um ponto de oração. Esse é o seu culto da igreja.
• É muito perigoso dizer a seus filhos sobre sua fé. É por isso que muitos pais cristãos disfarçam histórias da Bíblia como contos de fadas. Mas eles não podem mencionar Deus ou Jesus, e enfatizam aos filhos que eles nunca devem compartilhar estas histórias com seus amigos ou professores.
• O principal pedido de oração dos cristãos da Coreia do Norte é que as igrejas de seus antepassados sejam restauradas novamente.
Fonte: Gospel+ e Portas Abertas

Qual sua posição em Missões?

0 comentários
Qual sua posição em Missões? 
Segurando a corda? Os mantenedores e intercessores.
Dando orientações? Os pastores e apóstolos.
Descendo pela corda? Os missionários.
Chamando outros? Os mestres e profetas.
Na água? Jesus é a solução para você!
Você acha que não está representado no desenho.
Olhe bem! Você pode estar sob a água!
Quem não trabalha, dá trabalho!

Você Conhece?

0 comentários
A Janela 10/40 é uma faixa de terra que vai do oeste da África até a Ásia. Subindo, a partir da Linha do Equador, fica entre os graus 10 e 40, formando um retângulo..

Na região vive o maior número de povos não-evangelizados da terra, cerca de 3,2 bilhões de pessoas em 62 países. É ali que estão algumas megalópoles de hoje, ou seja, cidades com uma grande concentração urbana como Tóquio (Japão), Calcutá (Índia), Bagdá (Iraque), Bancoc (Tailândia) entre outras. De cada 10 pobres da Terra, oito estão nessa região, e somente 8% dos missionários trabalham entre eles. É nessa faixa que se concentram os adeptos das três maiores religiões não-cristãs do mundo: islamismo, hinduísmo e budismo.

Na maioria dos países dessa região há falta de receptividade aos cristãos e, em especial, aos missionários que ali atuam. A liberdade religiosa, quando existe, é frágil. Há necessidade de missionários, líderes, pastores e escolas de treinamento para os poucos cristãos existentes. Os crentes precisam ser despertados para uma vida de compromisso com Deus. Há poucos obreiros atuando nos países devido à política de restrições quanto a entrada de missionários. A necessidade de tradução da Bíblia é grande. Os crentes sofrem perseguição e correm risco de vida. A saúde e proteção dos missionários é uma necessidade constante na região chamada de Janela 10/40.